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Meu filho come mal. E Agora?

Quem tem filhos sabe bem a importância da alimentação saudável para que os pequenos possam crescer e se desenvolver. Entretanto, por mais que isso pareça uma questão simples, a seletividade deixa muitos pais de cabelos em pé e levanta uma dúvida: “meu filho não quer comer nada, o que fazer?”.


Até certo ponto, recusar alimentos é normal. Conforme a criança cresce, as restrições vão diminuindo e a descoberta de novos sabores pode levar a rejeição do cardápio habitual. Como lidar com essa situação? O que dizem os especialistas? Continue a leitura e descubra.


Criança com dificuldades para comer

Como lidar com a recusa


Assim que a família perceber que a criança não quer comer nada ou está rejeitando apenas alimentos saudáveis, o primeiro passo é reinventar a apresentação dos pratos. Por exemplo, trocar a cenoura picadinha por ralada e a batata cozida por purê.


Se a tentativa de tornar a refeição mais atrativa falhar, por um tempo, a família pode oferecer apenas os alimentos preferidos da criança. O importante é que industrializados, como biscoito e macarrão instantâneo, não sejam opções.


Muitas pessoas pensam que “é melhor que meu filho coma um biscoito, do que não comer nada”, mas essa é uma filosofia que coloca em xeque todos os esforços para a construção de hábitos saudáveis.


Se toda vez que a criança não quiser comer, a família oferecer uma guloseima, ela vai aprender que será recompensada com uma guloseima sempre que recursar os alimentos.


A qualidade é melhor que a quantidade


Ninguém quer ver seu filho passando fome, o que muitas vezes gera uma preocupação em relação à quantidade de alimento ingerida em uma refeição.

Ao avaliar a alimentação da criança, os adultos devem considerar que crianças costumam comer bem menos. Ou seja, desde que os alimentos ofertados sejam nutritivos e a criança tenha sinalizado que ficou saciada, comer pouco não é um problema.

A Sociedade Brasileira de Pediatria, no Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia, traz uma série de informações importantes sobre opções saudáveis e a quantidade ideal. Veja um exemplo de cardápio para crianças de 1 a 2 anos de idade, que não mamam no peito:

  • Café da manhã: 1 copo médio de 200 mL de leite integral, meio pão francês com 1 colher de chá de margarina e meia unidade de mamão papaia;

  • Lanche da manhã: 1 porção de frutas;

  • Almoço: 2 colheres de sopa de arroz, 1 colher de sopa de feijão, 2 colheres de sopa de músculo cozido e moído, 1 colher de sopa de abobrinha e 1 pires de alface picadinho.

Para o lanche da tarde e jantar, pode-se repetir as refeições da manhã e do almoço. Note que a quantidade é limitada, isentas de açúcar e alimentos industrializados.


Como estimular a alimentação saudável dos filhos


Para estimular hábitos saudáveis, Camila Tavares, nutricionista da Cliniprev, recomenda repensar a alimentação de toda a família:


"Não adianta você querer que seu filho não tome refrigerante, sendo que ele está na geladeira. Ou que ele não coma bolacha recheada sendo que ela tá lá no armário, ou até mesmo que ele se exercite, sendo que ninguém se exercita. Hábitos alimentares saudáveis são ensinados em casa e aprendidos pelo exemplo. Procure ajuda para melhorar a qualidade de vida do seu filho”, destaca Camila.

Se o seu filho come mal ou você deseja melhorar a rotina alimentar da família, conte com a Cliniprev para ter acesso aos melhores especialistas por um ótimo custo-benefício. Os associados ao Plano Prever realizam consultas por um valor ainda mais acessível.


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